A gestão de OPME (Órteses, Próteses e Materiais Especiais) é, historicamente, a “caixa preta” dos custos hospitalares. A variação de preço entre materiais com a mesma função clínica pode chegar a 300% ou mais, dependendo apenas da marca ou da preferência do cirurgião.
Para a operadora, aceitar essa variação sem questionamento técnico é rasgar dinheiro.
A chave para o controle da sinistralidade em cirurgias não está em negar o material, mas em dominar a Padronização e a Negociação Técnica.
Na ID2C, nossa abordagem foge do simples “pedido de desconto”. Atuamos na engenharia do custo:
⚙️ Equivalência Clínica (Similares): Comprovar tecnicamente que um material de menor custo possui as mesmas certificações, especificações e desfechos clínicos que a “grife” solicitada. Isso desmonta o argumento de exclusividade.
⚙️ Criação de Cestas Cirúrgicas: Padronizar “kits” fechados para procedimentos comuns (como artroplastias ou stents), eliminando a cobrança de itens avulsos que encarecem a conta final.
⚙️ Homologação Rigorosa: Ter uma rede de fornecedores validados garante que a padronização seja respeitada e que a qualidade do material implantado seja inquestionável (evitando reabordagens futuras).
Não deixe que a preferência pessoal dite o custo da sua operação. A decisão deve ser baseada em evidência, qualidade e valor.
Quer implementar uma matriz de padronização eficiente na sua operadora? Fale com a ID2C e retome o controle das OPMEs. (Link na Bio)
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