A endometriose afeta aproximadamente 10% das mulheres em idade reprodutiva no Brasil — e ainda assim segue sendo uma das doenças mais subdiagnosticadas e subtratadas da saúde feminina.
Em média, uma paciente leva entre 7 e 10 anos para receber o diagnóstico correto. Nesse período, convive com dores invalidantes, impacto na qualidade de vida, na saúde mental e na capacidade produtiva — muitas vezes sem o suporte assistencial adequado.
No âmbito da saúde suplementar, a endometriose representa um desafio estrutural para as operadoras: — Necessidade de rede com ginecologistas e especialistas em endometriose — Acesso a exames de imagem adequados e laparoscopia diagnóstica — Cobertura de tratamentos clínicos e cirúrgicos conforme o Rol da ANS — Fluxos de autorização que não ampliem ainda mais a jornada diagnóstica da paciente Reduzir esse tempo de espera não é apenas uma questão de qualidade assistencial — é uma obrigação ética e regulatória.
A ID2C apoia operadoras na estruturação de protocolos e fluxos que colocam a saúde da mulher no lugar que ela merece: no centro da gestão. 🟡
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